Qualquer pessoa pode desenvolver a catarata? Jovem ou Idosa?

A possibilidade de desenvolver a catarata ocular está diretamente relacionada ao envelhecimento, portanto, costuma-se dizer que quem viver, vai ter.


A catarata é a perda da transparência do cristalino, uma lente natural do olho pela qual os raios de luz atravessam e alcançam a retina para formar a imagem. Como o próprio nome diz, o cristalino é límpido ao nascimento e, lenta e progressivamente, perde a transparência ao longo da vida, em seu processo natural de envelhecimento. “Portanto, costumamos dizer que a catarata não chega a se caracterizar como uma doença, mas sim uma alteração esperada no cristalino com o passar dos anos”, considera o cirurgião e diretor do PMX Centro Oftalmológico, Dr. Eduardo Miranda.


A hereditariedade e questões metabólicas e congênitas são as principais razões do desenvolvimento da catarata que afeta em torno de 60% das pessoas com mais de 85 anos e 10% das pessoas com menos de 65 anos. No entanto, apesar de mais comum a “catarata senil”, todas as idades podem ser acometidas pela catarata congênita, traumática ou secundária, também conhecida como medicamentosa ou inflamatória.


De acordo com o Dr. Eduardo Miranda, o tratamento da catarata é somente cirúrgico. “O que existe é mais de um tipo de técnica cirúrgica. Hoje, temos a cirurgia feita a laser, com o corte do cristalino, e outra realizada com ultrassom, chamada facoemulsificação”, disse. “É uma cirurgia rápida e feita com anestesia local. O procedimento faz a substituição do cristalino por uma lente artificial que recupera a transparência necessária para a entrada de luminosidade”, afirma.


Aumento de cirurgias

No último levantamento realizado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o número de cirurgias de catarata no Brasil aumentou expressivamente em dez anos. Em 2019, foram feitas aproximadamente 601 mil cirurgias de catarata no país por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto, em 2009, foram realizadas 302 mil. As principais causas para essa elevação são o envelhecimento da população e o aumento na expectativa de vida do brasileiro.


O diretor do Centro Oftalmológico PMX, Eduardo Miranda, lembra que a recuperação da cirurgia de catarata depende de cada paciente e do tipo de catarata que desenvolveu. “Geralmente em uma semana o paciente já consegue voltar às suas atividades cotidianas. Em até 30 dias, quando há os devidos cuidados pós-operatórios, os olhos já estão bem recuperados da cirurgia. A principal dica é que o paciente siga as orientações do seu oftalmologista”, recomenda.


Segundo o cirurgião, a catarata nunca mais voltará depois da cirurgia porque a lente intraocular reposta no olho possui uma vida útil de cem anos. Contudo, depois de alguns meses, é possível desenvolver fibrose na membrana que suporta a lente e torná-la opaca novamente, por isso o acompanhamento de um oftalmologista é importante.


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